Eis a fase mais complicada de todas: A adolescência.
O que é um adolescente? Resposta padrão: Alguém velho demais para ser criança ou novo demais para ser adulto. Não se pode brincar na gangorra do parquinho nem na balada. É grandinho demais para assistir Pokemon e criança demais para ter carro.
A crise existencial é absolutamente aceitável. Afinal, subitamente você se vê com alguns centímetros a mais (sim, pode-se até entender com duplo sentido essa frase), alguns comportamentos anômalos no corpo. Os homens ficam com aquela voz patética de bexiga esvaziando, as meninas começam a se estressar em intervalos regulares de tempo (mensais) sem explicação clara aparente.
Mas o principal sintoma (se não síndrome) do adolescente é uma palavra, apenas uma, que para muitos significa a glória; algo que não fazia diferença quando se é criança, mas que quando observado em adultos inveja de maneira assustadora: a Liberdade.
Adolescente não é livre (os adultos têm condições de os controlarem de uma maneira ou de outra). O adolescente é livre (pode fazer coisas que não fazia quando criança). Que dilema.
O conceito de liberdade é muito vago, e varia muito dependendo do núcleo social no qual se está inserido. Entenda-se núcleo social baseando principalmente na família e nas regras por ela impostas. Liberdade pode ser poder ir onde quiser sem ser perturbado. Pode ser fazer coisas (muitas vezes insanas) sabendo das conseqüências mas não se limitando por elas. Pode ser poder dar opinião sobre todo e qualquer assunto sem se preocupar demasiadamente com outros fatores relacionados ao que se está falando.
Entretanto, a principal ferramenta (na minha humilde opinião) para se obter a liberdade á a argumentação. Saber falar o que quer é essencial; e mais essencial ainda é saber apoiar sua própria idéia. E, aqui, caimos invariavelmente na questão da educação: so ela tem o poder de fornecer argumentação ao indivíduo. Somente que tem base sabe saber o que quer.
Um grande poder de argumentação implica em segurança de si próprio; e uma pessoa segura é uma pessoa madura. Como a adolescência é, por si só, uma fase de amadurecimento (aceleradíssimo por sinal, com período imposto inclusive pela sociedade), feliz será quem souber argumentar suas próprias idéias. Ser livre é, além de saber o que quer, saber falar porque quer!
Se você achou essa idéia absurda faça um teste: pegue algum conhecido, adolescente, e que você julgue um tanto quanto imaturo e pergunte à ele sobre Che Guevara. Bem provavelmente essa pessoa irá dizer que ele era um cara muito corajoso que foi pra Cuba se esconder na floresta para derrubar o poder. Em seguida pergunte à essa pessoa onde ela ficou sabendo disso. Também muito provavelmente ela vai dizer que foi de alguns amigos e conhecidos. A verdade é que 50% desses adolescentes vão achar que o Che Guevara era cubano (e hão de teimar que ele era primo do Fidel Castro), uns 60% vão falar que ele veio de família pobre. Nada quem gosta das ideologias pregadas por Che Guevara (por métodos um tanto quanto tortos, em minha singela opinião), mas para saber argumentar, é preciso primeiro saber.
*Se ficou com dúvida, visite este site para saber alguma coisa sobre o Ernesto (Nome do dito cujo)
Amanha a saga da adolescência continua, pois precisaremos de umas 3 ou 4 partes para isto.
terça-feira, 14 de outubro de 2008
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
Infância...
Saudade...
Eis uma palavra que pode descrever o sentimento de muitos pela infância. Não, ser criança para o resto da vida não é (e nem deve ser) legal. Mas é a época em que cada um faz as coisas com a maior inocência que lhe cabe. Quando de fato se começa a descobrir o mundo, se cria a consciência...
Consciência. Algo que falta à muitos hoje em dia. E sim, no meu ponto de vista ela se adquire na infância. Novamente é importante lembrar que a família é peça fundamental nesta jornada, mas, quase tão importantes quanto ela são a escola e o convívio social. Aqui está o que acho que é a base da sociedade que acredito ser a mais razoável: educação.
Não foi a toa que os grandes regimes de repressão atuaram de maneira contundente os estudantes e as instituições de ensino; é lá que se encontra o que move a sociedade: o pensamento. E cada vez mais isso é verdade: a força de trabalho motora vem sendo substituida pela qualidade do pensar, que é insubstituível. Uma máquina nunca vai conseguir projetar, por si só, um prédio, nem escrever um poema, muito menos fazer uma cirurgia. Pode, indubitavelmente, auxiliar o homem nisso, mas jamais substituí-lo.
A criação da consciência, aliada à educação de qualidade (estreitando ainda mais as relações entre escola e família), são a chave para uma infância bem vivida.
Mas deixando de lado essa parte "careta" da infância, e voltando à etapa de descobrimento do mundo. É um estágio onde não há preocupações, a liberdade é algo que fica cada vez mais ao seu alcance. Não se está preocupado em agradar ninguém, apenas não se deseja uma relação complicada com seus pais; o que é simples, pois basta não jogar o sapato da mãe nem do pai pela janela. A única coisa com o que se preocupa é a diversão. Preocupa mais aos pais do que aos filhos é verdade, uma vez que cada vez mais as crianças são tratadas pela indústria do entretenimento como idiotas, que não necessitam pensar.
Basta relembrar, como fiz outro dia, a programação de televisão de 10 anos para cá: uma invasão de desenhos japoneses que não querem dizer absolutamente nada, não tem significado algum, e que induzem as crianças a apenas quererem comprar os produtos deste ou daquele herói nipônico. Esquecem que o Brasil já produziu fenômenos como Sítio do Pica Pau Amarelo (até mesmo este sendo ridicularizado, pobre Monteiro Lobato), Vila Sésamo (uma adaptação do clássico americano Sesame Street), os Trapalhões (tendo sua versão esdrúxula denominada Turma do Didi, com atores praticamente acéfalos).
Enfim, a infância é a etapa mais sublime do desenvolvimento do ser humano, pois é a partir dela que se desenvolve propriamente o ser humano. Não, depois de atravessar esta fase o indivíduo não está pronto (aliás, está muito longe disso). Mas é quando se é criança que se cria o alicerce para os conceitos montados por cada pessoa (que chamamos de moral).
Eis uma palavra que pode descrever o sentimento de muitos pela infância. Não, ser criança para o resto da vida não é (e nem deve ser) legal. Mas é a época em que cada um faz as coisas com a maior inocência que lhe cabe. Quando de fato se começa a descobrir o mundo, se cria a consciência...
Consciência. Algo que falta à muitos hoje em dia. E sim, no meu ponto de vista ela se adquire na infância. Novamente é importante lembrar que a família é peça fundamental nesta jornada, mas, quase tão importantes quanto ela são a escola e o convívio social. Aqui está o que acho que é a base da sociedade que acredito ser a mais razoável: educação.
Não foi a toa que os grandes regimes de repressão atuaram de maneira contundente os estudantes e as instituições de ensino; é lá que se encontra o que move a sociedade: o pensamento. E cada vez mais isso é verdade: a força de trabalho motora vem sendo substituida pela qualidade do pensar, que é insubstituível. Uma máquina nunca vai conseguir projetar, por si só, um prédio, nem escrever um poema, muito menos fazer uma cirurgia. Pode, indubitavelmente, auxiliar o homem nisso, mas jamais substituí-lo.
A criação da consciência, aliada à educação de qualidade (estreitando ainda mais as relações entre escola e família), são a chave para uma infância bem vivida.
Mas deixando de lado essa parte "careta" da infância, e voltando à etapa de descobrimento do mundo. É um estágio onde não há preocupações, a liberdade é algo que fica cada vez mais ao seu alcance. Não se está preocupado em agradar ninguém, apenas não se deseja uma relação complicada com seus pais; o que é simples, pois basta não jogar o sapato da mãe nem do pai pela janela. A única coisa com o que se preocupa é a diversão. Preocupa mais aos pais do que aos filhos é verdade, uma vez que cada vez mais as crianças são tratadas pela indústria do entretenimento como idiotas, que não necessitam pensar.
Basta relembrar, como fiz outro dia, a programação de televisão de 10 anos para cá: uma invasão de desenhos japoneses que não querem dizer absolutamente nada, não tem significado algum, e que induzem as crianças a apenas quererem comprar os produtos deste ou daquele herói nipônico. Esquecem que o Brasil já produziu fenômenos como Sítio do Pica Pau Amarelo (até mesmo este sendo ridicularizado, pobre Monteiro Lobato), Vila Sésamo (uma adaptação do clássico americano Sesame Street), os Trapalhões (tendo sua versão esdrúxula denominada Turma do Didi, com atores praticamente acéfalos).
Enfim, a infância é a etapa mais sublime do desenvolvimento do ser humano, pois é a partir dela que se desenvolve propriamente o ser humano. Não, depois de atravessar esta fase o indivíduo não está pronto (aliás, está muito longe disso). Mas é quando se é criança que se cria o alicerce para os conceitos montados por cada pessoa (que chamamos de moral).
sábado, 11 de outubro de 2008
Crescendo...
Seguindo a ordem lógica temos, depois do nascimento, o crescimento. Este pode ser caracterizado em diversas esferas: biológico, espiritual, material, sentimental... Entretanto, quando se é um bebê, não se tem uma visão clara do mundo, e do que significa toda essa experiência nova. Depois de ficar nove meses em gestação, a mãe dá a luz a um filho que, subitamente, deve respirar e se alimentar por conta própria (entenda-se de maneira ativa).
Não é uma tarefa fácil. Além do mais, tudo que o bebê enxerga na vida é novo, pois nada foi visto antes. Como em "O Mundo de Sofia", se um bebê vê seu pai voando, não considera aquilo um fato extraordinário; porque não está acostumado com a lei da gravidade. Da mesma maneira, uma pessoa (e aí não estamos falando de criança) nunca deve virar as costas para eventos que a possa encantar de um jeito ou de outro. Não se deve perder o encanto pela vida.
Justamente aí que mora o perigo: se amadurecer é necessário, também pode ser uma prisão, um caminho sem fim, que leva ao ceticismo e à mesmice. Ser maduro e bom, mas sempre ser surpreendido pela vida é algo extraordinário. E fazer isto não é muito difícil: basta olhar a natureza.
Quantas vezes você acordou, olhou para fora da janela do quarto e se perguntou: como isso tudo é tão perfeito, e como conseguiu atingir este estágio? Muito provavelmente bem menos do que as vezes que acordou irritado com o barulho do despertador.
É nosso dever crescer, mas sem perder o encanto pela vida. Algumas mudanças são inevitáveis, como a voz, o desenvolvimento corporal, e a paixão; outras devem ser evitadas de maneira voraz: a rotina, o tédio e a indiferença.
Experimentar o novo é crescer; mas faça-o com responsabilidade.
Não é uma tarefa fácil. Além do mais, tudo que o bebê enxerga na vida é novo, pois nada foi visto antes. Como em "O Mundo de Sofia", se um bebê vê seu pai voando, não considera aquilo um fato extraordinário; porque não está acostumado com a lei da gravidade. Da mesma maneira, uma pessoa (e aí não estamos falando de criança) nunca deve virar as costas para eventos que a possa encantar de um jeito ou de outro. Não se deve perder o encanto pela vida.
Justamente aí que mora o perigo: se amadurecer é necessário, também pode ser uma prisão, um caminho sem fim, que leva ao ceticismo e à mesmice. Ser maduro e bom, mas sempre ser surpreendido pela vida é algo extraordinário. E fazer isto não é muito difícil: basta olhar a natureza.
Quantas vezes você acordou, olhou para fora da janela do quarto e se perguntou: como isso tudo é tão perfeito, e como conseguiu atingir este estágio? Muito provavelmente bem menos do que as vezes que acordou irritado com o barulho do despertador.
É nosso dever crescer, mas sem perder o encanto pela vida. Algumas mudanças são inevitáveis, como a voz, o desenvolvimento corporal, e a paixão; outras devem ser evitadas de maneira voraz: a rotina, o tédio e a indiferença.
Experimentar o novo é crescer; mas faça-o com responsabilidade.
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
Nascimento...
Realmente, nascimento é um negócio complicado...
Ninguém escolhe nascer (pelo menos conscientemente). Ai já entramos numa questão importante: porque você veio parar nesse lugar? Porque seu pai é seu pai? O que sua mãe significa para você?
Antes disso, deixe-me explicar sobre minha religião: ela não existe. Nasci e fui batizado na Igreja Católica, da qual hoje tenho o maior repúdio devido às atitudes por elas tomada na inquisição. Mas não quero que isso se torne uma discussão. Religião, Futebol e Gosto não se discutem. Além disso também fui catequisado e fiz comunhão nessa Igreja, por livre e espontânea pressão, da tradição familiar. Mas tenho profundo respeito por todas as outras, e agrego um pouco de cada para basear minhas convicções. Talvez a mais forte delas seja o espiritismo.
E foi do espiritismo que eu tirei muitas respostas que meu ego científico não conseguiu responder. Tudo isso vocês vão ver durante minhas postagens...
Mas vamos voltar ao fenômeno do nascimento.
Não é possível, que em lugar nenhum esteja escrito que seu pai deve ser seu pai, e que sua mãe deve ser sua mãe...Alías, a primeira coisa quando se briga com familiares próximos é pensar: "AH SE EU PUDESSE ESCOLHER..."...
Saiba que você escolheu...Não vou entrar em detalhes, mas tudo tem uma razão de ser...Não entrarei nesses detalhes porque à eles cabe uma série de posts, e esses detalhes aparecerão diluidamente durante as postagens...
Mas é engraçado, há uma grande mística em volta do nascimento. Pensando biológicamente, é a coisa mais natural do mundo. Mas nascer é mais do que isso: é assumir um compromisso. Compromisso com você mesmo. Compromisso com a sua missão nessa vida. Todos tem uma missão, e ela já está definida quando você nasce. Devemos fazer de tudo para cumprí-la.
Quando se nasce, todos esperam algo de você, e a primeira reação, quando se adquire consciência, é ter a idéia de que as expectativas não serão atendidas. O papel dos pais e da famíla é fundamental nessa hora.
Mas seu maior compromisso, sem sombra de dúvidas, deve ser contigo próprio. Não se pode deixar levar pelas influências externas. É óbvio que não se deve ignorar tudo em sua volta, mas o seu caminho só você pode trilhar. Sua família pode fazer como aqueles rebocadores de petroleiros (ajudam no começo, mas quem atravessa o oceano é o próprio navio, com força própria).
Mas a família é algo para outro post...
Ninguém escolhe nascer (pelo menos conscientemente). Ai já entramos numa questão importante: porque você veio parar nesse lugar? Porque seu pai é seu pai? O que sua mãe significa para você?
Antes disso, deixe-me explicar sobre minha religião: ela não existe. Nasci e fui batizado na Igreja Católica, da qual hoje tenho o maior repúdio devido às atitudes por elas tomada na inquisição. Mas não quero que isso se torne uma discussão. Religião, Futebol e Gosto não se discutem. Além disso também fui catequisado e fiz comunhão nessa Igreja, por livre e espontânea pressão, da tradição familiar. Mas tenho profundo respeito por todas as outras, e agrego um pouco de cada para basear minhas convicções. Talvez a mais forte delas seja o espiritismo.
E foi do espiritismo que eu tirei muitas respostas que meu ego científico não conseguiu responder. Tudo isso vocês vão ver durante minhas postagens...
Mas vamos voltar ao fenômeno do nascimento.
Não é possível, que em lugar nenhum esteja escrito que seu pai deve ser seu pai, e que sua mãe deve ser sua mãe...Alías, a primeira coisa quando se briga com familiares próximos é pensar: "AH SE EU PUDESSE ESCOLHER..."...
Saiba que você escolheu...Não vou entrar em detalhes, mas tudo tem uma razão de ser...Não entrarei nesses detalhes porque à eles cabe uma série de posts, e esses detalhes aparecerão diluidamente durante as postagens...
Mas é engraçado, há uma grande mística em volta do nascimento. Pensando biológicamente, é a coisa mais natural do mundo. Mas nascer é mais do que isso: é assumir um compromisso. Compromisso com você mesmo. Compromisso com a sua missão nessa vida. Todos tem uma missão, e ela já está definida quando você nasce. Devemos fazer de tudo para cumprí-la.
Quando se nasce, todos esperam algo de você, e a primeira reação, quando se adquire consciência, é ter a idéia de que as expectativas não serão atendidas. O papel dos pais e da famíla é fundamental nessa hora.
Mas seu maior compromisso, sem sombra de dúvidas, deve ser contigo próprio. Não se pode deixar levar pelas influências externas. É óbvio que não se deve ignorar tudo em sua volta, mas o seu caminho só você pode trilhar. Sua família pode fazer como aqueles rebocadores de petroleiros (ajudam no começo, mas quem atravessa o oceano é o próprio navio, com força própria).
Mas a família é algo para outro post...
Primeiro Post...
Olá...
Bem-vindo à esse blog...
Faz tempo que eu tinha vontade de externar tudo que eu penso, e tudo que eu pensei na minha vida até hoje...E garanto que não foi pouca coisa...
Talvez eu fale um monte de coisas que não tenham nada a ver, que não agreguem absolutamente nada na sua vida, mas são coisas que eu realmente acredito, e tenho convicção de afetam ou podem afetar a vida de cada um...
Talvez também eu fale algo que você esteja esperando ouvir, ou que você precisa ouvir, para tentar parecer uma pessoa melhor, ou fazer alguém que você realmente goste melhor...
Essas postagens serão anônimas, e farei o possível para que esse anonimato persista o quanto puder, mas não para me esconder; quero que o que eu diga aqui não pareça ter partido de alguém, e sim de um amigo próximo, como eu me considero dos meus. Quando estiver lendo, pense que quem escreveu isso foi seu melhor amigo, ou amiga, que está ou desabafando, ou falando de algo que te interesse.
Não quero parecer demagogo. Não quero ser o salvador da pátria. Nem do mundo. Quero provocar certa reflexão sobre alguns assuntos e compartilhar algumas experiências. E vou tomar a liberdade de compartilhar experiências alheias também. Nunca citando nomes verdadeiros...
Até o próximo post...
Bem-vindo à esse blog...
Faz tempo que eu tinha vontade de externar tudo que eu penso, e tudo que eu pensei na minha vida até hoje...E garanto que não foi pouca coisa...
Talvez eu fale um monte de coisas que não tenham nada a ver, que não agreguem absolutamente nada na sua vida, mas são coisas que eu realmente acredito, e tenho convicção de afetam ou podem afetar a vida de cada um...
Talvez também eu fale algo que você esteja esperando ouvir, ou que você precisa ouvir, para tentar parecer uma pessoa melhor, ou fazer alguém que você realmente goste melhor...
Essas postagens serão anônimas, e farei o possível para que esse anonimato persista o quanto puder, mas não para me esconder; quero que o que eu diga aqui não pareça ter partido de alguém, e sim de um amigo próximo, como eu me considero dos meus. Quando estiver lendo, pense que quem escreveu isso foi seu melhor amigo, ou amiga, que está ou desabafando, ou falando de algo que te interesse.
Não quero parecer demagogo. Não quero ser o salvador da pátria. Nem do mundo. Quero provocar certa reflexão sobre alguns assuntos e compartilhar algumas experiências. E vou tomar a liberdade de compartilhar experiências alheias também. Nunca citando nomes verdadeiros...
Até o próximo post...
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